um deus que caminha invisível, por dentro dos jacarandás desenhando a orla da noite o arrepio do mar.
os barcos esperam-no quietos, guardando a luz, os olhos do deus, o seu deslizar entre as águas tranquilas.
Maria João Cantinho
Um comentário:
Anônimo
disse...
Amiga,parabéns pelo belíssimo trabalho,seu blog está uma maravilha!Não poderia ser diferente,são gotas poéticas que fascinam!Sempre com seu bom gosto literário!Boa sorte!Beijos,Cida Luz.
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Amiga,parabéns pelo belíssimo trabalho,seu blog está uma maravilha!Não poderia ser diferente,são gotas poéticas que fascinam!Sempre com seu bom gosto literário!Boa sorte!Beijos,Cida Luz.
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