
by Unknown
No horizonte aonde a seiva ascende
silenciosamente a melodia
saúda brahms na savana
ao ocaso a memória ainda abrasa
a fronte do intérprete
a resina o coração da árvore
gerador porventura órgão portátil
o vento nos abcessos
não irrompe arabescos candelabros
como alguém já designou os braços arcos
o infinito procurar dos laços.
Teresa Balté
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