25/09/2008


by Unknown

No horizonte aonde a seiva ascende
silenciosamente a melodia
saúda brahms na savana

ao ocaso a memória ainda abrasa
a fronte do intérprete
a resina o coração da árvore

gerador porventura órgão portátil
o vento nos abcessos

não irrompe arabescos candelabros
como alguém já designou os braços arcos
o infinito procurar dos laços.

Teresa Balté

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