Invejo os mares, onde ele navega -
Invejo as rodas e os aros
Das carruagens, que o levam -
Invejo as colinas encurvadas
De sua jornada, testemunhas -
Todas as coisas podem mirar
O que me é proibido
Como o céu,que me é fechado!
Invejo os ninhos das corruíras,
Que pontuam seus distantes beirais -
Em sua vidraça, a opulenta mosca -
As tão felizes ramagens,
Que frente à sua janela
Têm permissão do estio para brincar -
O que nem os brincos de Pizarro
Poderiam me proporcionar.
Emily Dickinson
In Poemas Escolhidos
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