
Foto de filodiniz - Veleiro no Tejo
VELEIRO DA DOR
Que anseias, ó alma à-toa?
Não mais velejam barcos.
No Tejo navega esse velho veleiro da dor.
Adormeço em versos vivos
De Pessoa, Espanca e Régio
assombrações bem-vindas.
Mergulho profundo na Lisboa antiga
e na minha história de partidas.
Onde está minha face?
Orismar Rodrigues
In Antologia Poética
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